Nada mais sou do que um arco-íris desbotado, a dor e o passado. Guardo lembranças sufocantes, oportunidades perdidas e momentos que eu adoraria poder reinventar. Carrego todos os sonhos na mochila e ela tem ficado cada vez mais pesada. Não sei se é porque sufoquei muitas utopias ali ou se elas simplesmente estão cansadas de esperarem tanto tempo para acontecer. Ana Luísa, 17, Rio Grande do Sul.
Seis bilhões de almas cintilantes caminham por esse mesmo solo, pensam, sonham e se sujeitam com o que a vida lhes proporcionou. Sou um desses pontos de luz, preso à rotina e esperando esse brilho se alastrar até onde for possível. Chamam isso de felicidade e posso vê-la nitidamente quando o céu está caindo e traz para mim uma estrela.